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19/02/2014

Caos na energia: Vamos discutir?




Por: *Any Ortiz*

Informações divulgadas na imprensa revelam o verdadeiro caos que consumidores da capital e de muitas regiões do Estado estão vivenciando na falta constante de luz elétrica nas residências, empresas e indústrias. É importante refletirmos sobre as conseqüências que gera a falta de investimento em energia e a falta do fornecimento de luz. O impacto direto na indústria e na prestação de serviço, seja ele público ou privado, é evidente, portanto o aspecto econômico deve ser considerado tanto quanto o social. A falta de luz gera falta de abastecimento de água, entre outros tantos transtornos de ordem pessoal e coletiva. Embora a CEEE seja uma empresa pública de atuação estadual, é fundamental o papel da Câmara de Vereadores de Porto Alegre como um canal de interlocução entre o cidadão, o Procon, à CEEE e à Agência Estadual de Regulação dos Serviços Delegados do RS (AGERGS). Afinal precisamos saber os reais motivos e o que está sendo feito para diminuir a constante falta de luz, além de auxiliar usuários que não têm acesso a informações claras. Diante desta situação podemos afirmar que nossa cidade, assim como muitos municípios gaúchos, está sofrendo sim um forte apagão no fornecimento de energia elétrica. A CEEE atribui os cortes à chuva ou a temporais, mas em nenhum momento dá maiores esclarecimentos aos consumidores. Mas todos sabemos que mesmo sem chover a interrupção do fornecimento de luz continua. O Governo do Estado precisa se pronunciar e dizer ao cidadão, que é usuário e contribuinte, os motivos pelos quais este apagão está acontecendo. Também é oportunidade de informar que o Governo está usando R$ 1,3 bilhão de recursos da CEEE para reforçar o caixa e não investir na Companhia. Será que a CEEE está desligando a energia nos bairros para fazer economia necessária pela falta de investimentos? O Código do Consumidor prevê o ressarcimento de aparelhos que queimarem por conseqüência da queda ou falta de energia. Mas é preciso considerar as residências, comércios e empresas que vêm sendo afetados por esta situação que tem sido constante, causando estragos em grandes quantidades de alimentos condicionados, além de tantos outros transtornos no dia a dia do cidadão. Pequenos e médios comércios que fecham suas portas por não ter condições de atender ao público, agências bancárias e casas lotéricas com sistema fora do ar. Quem vai pagar esta conta?





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